quarta-feira, 19 de abril de 2017

Visita a Escola Municipal 30 de Agosto/Especificamente a turma do 5º ano

A visita foi realizada no dia 10 de Abril, onde observamos a rotina da professora com seus alunos.  O proposito dessa observação é que a partir das coletas de dados nós escolheríamos um respectivo tema e elaborasse um projeto para uma oficina, que será desenvolvido com a turma observada.
A escola está localizada na cidade de Itabaiana/SE, na rua Josefa Vieira Santos nº 478. A mesma possui 10 salas, salas muito pequenas para a grande quantidade de alunos existentes, de modo geral a escola possui uma infraestrutura inadequada muito ruim, sem levar em consideração que a escola não possuiu um prédio próprio mais um descaso na educação, mas nem por isso os professores deixam de fazer o seu papel que é educar. Nas salas tem ventiladores, em algumas tem um e em outras dois. Os móveis são em pequena quantidade, as carteiras tem uma quantia regular. Possui equipamentos multimídias mais que são pouco utilizados e os alunos tem livro didático.
A partir da nossa observação decidimos o nosso tema que será o seguinte: Escrita Colaborativa, Multimídias e Interdisciplinaridade.
O tema proposto é de suma importância para o desenvolvimento intelectual e de aprendizagem dos educandos. Através das atividades de escrita colaborativa os alunos desenvolverão a socialização e a interação uns com os outros, sendo que um dos principais objetivos da escrita colaborativa é a interação, ela possibilita os alunos a desenvolver diversas habilidades e competências. Utilizaremos o blog com principal recurso a qual os alunos irão colaborativamente desenvolver a escrita relacionando os assuntos estudados em sala. O blog nos permite muitas coisas: interação, comunicação, informação, socialização etc. é um recurso que pode ser usado com varias finalidades, vai depender do contexto ou ambiente a qual o mesmo está sendo trabalhado. A escrita colaborativa trata-se de uma metodologia eficaz, que os instigará a pensar e a escrever sobre o assunto abordado. O uso da interdisciplinaridade é muito importante, pois o professor pode está interligando conteúdos diversos com outras disciplinas, assim complementado a aprendizagem dos alunos em outros aspectos.

Durante as oficinas utilizaremos recursos como: vídeo, slides, data show, som, computador, blog, livro, textos, caderno (companheiro), lápis, borracha. Este tema colaborará para com o desenvolvimento cognitivo dos alunos e ajudará na nossa formação como acadêmicas do curso de pedagogia.
O tema dessa oficina será também o tema da minha monografia, decidir desenvolver minha pesquisa nessa escola, pois já atuo nela através das ações do Pibid/Pedagogia. estarei utilizando os resultados alcançados e os não alcançados para desenvolvimento do meu trabalho final de conclusão de curso.

Fotos do dia da visita à escola:
"Ovinho da páscoa.. presentinho da professora".

"E as pibideiras também ganhou ovinho da professora".

"Trabalhando juntas na construção do caderninho (companheiro) dos alunos"

"Pibideiras em ação"


Construção do "companheiro".

"Semana da páscoa, e o coelhinho passou por aqui".

quarta-feira, 8 de março de 2017

"Oficina Multiplicadores de Brincadeiras"

No dia 14/02/2017 participamos de uma oficina ministrada pela professora Joniely Cheyenne que apresentou atividades lúdicas para crianças da primeira etapa do ensino fundamental. Na oportunidade foram apresentadas um leques de músicas infantis e de jogos com materiais recicláveis. Essas atividades eram ricas em em possibilidades de desenvolver o aspecto motor, linguístico e social. Tivemos a grata satisfação de vivenciar conhecimentos teóricos, em especial Vigostsky que fala sobre o sócio interacionismo, as práticas vivenciadas nessa oficina poderão tornar a minha prática dinâmica e criativa permitindo uma verdadeira aprendizagem.

FOTOS DA OFICINA:





TODOS JUNTOS APRENDENDO e BRINCANDO

"Pibideiras Em Ação - Juntos No Movimento de Ocupação Dos Alunos do Colégio Estadual Prof. Nestor de Carvalho"

No dia 30 de Novembro de 2016, as bolsistas do Programa Institucional de Iniciação à Docência – PIBID, do eixo Formação de Professores e Suas Tecnologias do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Sergipe – Campus Prof. Alberto Carvalho, juntamente com a coordenadora do eixo Prof.ª Dr.ª Simone de Lucena e as supervisoras Prof.ª Vitória, Prof.ª Joelma e Prof.ª Iraci, estivemos no Colégio Estadual Prof. Nestor de Carvalho, um dos colégios do município de Itabaiana que foram ocupados por alunos, alunos esses que estavam ali para lutar por seus direitos, por uma educação de boa qualidade para todos, para gritarem não a PEC 55, à qual o governo quer aprovar para reduzir gasto, congelar por 20 anos as verbas da educação e da saúde, que segundo eles irá ajudar o Brasil a superar a crise econômica a qual o país vem passando.
Estivemos lá para saber dos alunos o que eles estavam achando do movimento de ocupação na escola. Houve um momento em que os alunos expressaram através da pintura em um pedaço de retalho o que eles estavam sentindo, demonstraram através da pintura o que eles estão achando desse momento turbulento que assola o nosso país. Logo após a pintura, fizemos uma grande roda de debates, onde todos tiveram a oportunidade de expor as suas ideias e de falar tudo que eles estavam sentindo.
No momento que estávamos no colégio o conselho tutelar esteve por lá, pois segundo algumas informações dadas, houve uma denúncia que havia alunos menores de idade no movimento só que a informação não procedia.
Uma equipe de reportagem do SÍNTESE esteve no colégio neste mesmo dia, para fazerem uma entrevista com os alunos e alguns professores que estavam participando da ocupação junto com seus alunos.Esses movimentos de reivindicações que ocupa não somente as escolas, mas todas as ruas do Brasil contribuem muito para a nossa formação moral e social, pois através desses movimentos estamos mostrando para esses governantes que não vamos aceitar tudo que eles acatarem calados e sem lutar pelos nossos direitos.Então vamos à luta, digam não a economia do atual presidente, não a PEC 55, não a reforma da previdência, não a reforma trabalhista, não as privatizações  e ao conjunto de medidas e por fim digam não a esse governo golpista e fascista do nosso país, pois não somos obrigados a aceitar tudo que eles querem calados. E rumo à democracia.
#nãoapec55
#maiseducação
#maissaúde
#foraTemer
 Fotos do momento que estivemos por lá: PIBID em Ação!! 






















quarta-feira, 23 de novembro de 2016

"Oficina Sobre os Povos Hebreus, Fenícios e Persas"

 As oficinas foram realizadas na Escola Estadual Prof. Nestor Carvalho na turma do 6 ano A, pelas Bolsistas do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID) Amanda Esteves e Joyce Santos com a supervisão da professora Iraci Braga, com o intuito de facilitar a absorção dos conteúdos de história.
    Para a realização dessas oficinas construímos uma webquest com o tema "Os Povos Hebreus, Fenícios e Persas".
Partindo desse tema realizamos três oficinas na turma. Tendo como objetivo revisar o conteúdo desejado, pois o mesmo já havia sido explicado pela professora, através de ferramentas tecnológicas como a webquest, utilizando outras ferramentas como vídeos, tudo que se achar necessário para a pré, durante e pós oficinas.

No 1º dia:
  • Foi realizada a apresentação da webquest;
  • Explicamos como seriam as atividades das oficinas propostas; 
  • Localizamos os países que seriam trabalhados no mapa;



No 2º dia:
  • Foi realizada a oficina sobre o povo Hebreu:
  • Apresentamos um vídeo sobre Moisés e os 10 mandamentos;
  • Em seguida os alunos reescreveram os 10 mandamentos dos dias atuais;   

  
No 3º dia:
  • Foi realizada a oficina sobre o povo Fenício:
  • Onde os alunos decifraram as palavras contidas no texto, sendo que o texto é em português, mas conterão palavras escritas a partir do alfabeto fenício;
  • Os educandos criaram um texto (pequeno, com apenas três linhas), poesia ou poema e depois escreve-lo a partir do alfabeto Fenício;



























No 4º dia:
  • Foi Realizada a oficina sobre o povo Persa:
  • Explicamos para os alunos sobre a evolução da carta até chegar ao e-mail;
  • A partir do assunto abordado os alunos criaram seu próprio correio, onde ocorreu a escrita de cartas para quem eles desejariam (podendo ser celebridades, personalidades, personagens) e escritas de e-mails também;






No 5º dia:

Os alunos apresentaram os trabalhos realizados, onde a turma foi dividida em três grupos, onde cada grupo ficou responsável por um país.





As atividades desenvolvidas nas oficinas proporcionaram novos conhecimentos e contribuições para o ensino-aprendizagem de todos os educandos que participaram. Podemos observar que os discentes compreenderam de fato o assunto com mais facilidade, pois desenvolveram as atividades propostas com êxito. A participação dos alunos nas oficinas foi de fundamental importância no seu processo de aquisição de saberes, adquirindo os conhecimentos necessários.

Ficamos muito felizes com o resultado das oficinas já que a nossa função é ajudar os alunos e esperamos sempre realizar o nosso trabalho com empenho e esperamos alcançar as expectativas impostas.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Oficinas do PIBID na Escola Estadual Prof. Nestor Carvalho - Itabaiana - SE
com os alunos do 5 ano






Fichamento
  Alfabetização: método sociolinguístico: consciência social, silábica e alfabética

Referência:
Mendonça, Onaide Schwartz. Alfabetização: método sociolinguístico: consciência social, silábica e alfabética em Paulo Freire / Onaide Schwartz Mendonça, Olympio Correa Mendonça. São Paulo: Cortez, 2007.

Resumo:
Na esperança de contribuir para inclusão social de milhões de brasileiros, no domínio da leitura e da escrita com instrumento para conscientização de seus direitos de cidadão, Paulo Freire elaborou o que dominou ser mais uma filosofia de educação do que propriamente um método. No “Método Paulo Freire”, a sua descrição e releitura serão utilizadas para explicitação do que ora denominamos Método Sociolinguístico de Alfabetização. Em se tratando de alfabetização, sempre que houver a palavra método, ocorre certa rejeição em função dos séculos de domínio do método (soletração, fônico, silábico, palavração, sentenciarão, eclético ou global) através dos quais principalmente crianças foram submetidas a processos incoerentes, desgastantes de suas realidades com o intuito de receberem o ensino da leitura. O método Paulo Freire, é dividido em quatro fundamentos sociolinguísticos, codificação, descodificação, Análise, e fixação da leitura e escrita. Codificação é a representação de um aspecto da realidade expresso pela palavra gerador, por meio da oralidade, desenho, dramatização, mímica, música e de outros códigos que o alfabetizando já domina. Descodificação é releitura da realidade expressa na palavra geradora para superar as formas ingênuas de compreender o mundo, através da discussão crítica e do subsídio do conhecimento universal acumulado (ciência, arte, cultura etc.). O objetivo da análise síntese é elevar o aprendiz a descobrir que apalavra escrita representa a palavra falada, através da divisão da palavra em sílabas e apresentação de suas famílias silábicas na ficha de descoberta e, a seguir, junção das sílabas para formar novas palavras, levando o alfabetizando a entender o processo de composição e os significados das palavras, por meio da leitura da escrita. Já na fixação da leitura e escrita, faz à revisão da análise das sílabas da palavra  e apresentação de suas famílias silábicas na ficha de descoberta, formar novas palavras com significado e para composição de frases e textos com leitura e escrita significativas. A palavra geradora é extraída do universo vocabular da comunidade, conforme critérios de produtividade temática, fonêmica (uma palavra composta, preferencialmente, por três sílabas) e de conscientização, e que, decomposta em sílabas, pela combinação das mesmas gera outras palavras com significado. A linguagem humana sofre mudanças, quando varia no espaço, no tempo, nas camadas sociais e de individuo para individuo, e apresenta complexas relações entre letras e som, em nível de escrita e fala. O nível socioeconômico e cultural dos grupos sociais condiciona a linguagem de seus membros. O professor precisa pesquisar o meio em o aprendiz vive, para poder desenvolver atividades didáticas com iniciar alfabetização com palavras pertencentes a sua cultura.
  Cabe ao educador, compreender a variedade linguística de seus alunos, respeitando-a e partindo dela, trabalhar suas diferenças, levando o aluno ao domínio de mais uma variedade, a padrão, que é privilégio das elites instrumentalizando-a para a transformação da sociedade e exercício pleno da cidadania. O ponto de partida do método Paulo Freire, é a pesquisa da fala da comunidade a ser alfabetizada e o levantamento do seu universo vocabular, necessário para a seleção das palavras geradas da comunidade, que depois serão submetidas, á “codificação”, “decodificação” e análise e síntese. A “codificação” e a “decodificação” da palavra geradora constituem os dois primeiros passos do Método Paulo Freire de Alfabetização, garantindo que a aquisição da leitura e da escrita seja significativa, no sentido de que partem da discussão da palavra geradora, discursivamente, através do diálogo e dos códigos que o alfabetizando já domina.
A “codificação” e “descodificação” representam a fase necessária de exploração das potencialidades mentais do alfabetizando. Freire contextualiza e acrescenta a interação verbal como colaborador e enriquecedora do processo de alfabetização, de tal forma que sua prática socializadora de conhecimento dinamiza e motiva o processo de ensino/aprendizagem. A “codificação” é o momento privilegiado em que é dado ao aprendiz o direito a veze a voz.
O diálogo entre professor/aluno é imprescindível, pois, através dele, o professor descobre a visão do mundo dos educandos para, no segundo passo, intervir, trazendo conhecimentos científicos que promovam a transformação daquela visão de mundo. A partir do momento em que o aluno tem a oportunidade de falar e é ouvida pelo professor, sua postura se transforma em sala de aula e o respeito mútuo surge como elemento fundamental na construção da aprendizagem e da disciplina. Quando o professor ouve o aluno, demostra respeito por ele, a recíproca será mera consequência.
A descodificação poderá ser introduzida por um texto que pode ser cientifico, ou a letra de uma música, de uma poesia, um artigo de revista ou jornal, um rótulo de embalagem ou outro suporte de preferência do professor (desde que trate do tema gerador em estudo), através do qual será feita a releitura de mundo. Nessa releitura, o professor irá orientar a discussão com questionamentos que induzem os alunos a reflexão sobre o tema em debate. Ao contrario da “codificação”, em que o professor questiona apenas para descobrir o que os alunos sabem/pensam sobre o tema (questões de nível superficial), na “descodificação” o docente questiona para fazer com quer reflitam sobre ele e assim cresçam criticamente.
Os materiais didáticos de alfabetização iniciam a alfabetização pela letra, pela silaba, ou pela palavra, ou pela sentença ou ainda por um texto. Essa metodologia torna-se mecânica, se não for inserido na situação e na intencionalidade discursiva do alfabetizando. Paulo Freire só faz análise e a síntese das sílabas da palavra geradora depois de retirá-la do contexto onde é produzida, com seu significado em uso geral da linguagem. Para ele, era por meio da análise e síntese que o aprendiz tomaria consciência da existência da sílaba, estabeleceria a correspondência entre fala e escrita e, em vez de memorizar, compreenderia nosso sistema de escrita alfabética, além de ter a oportunidade de compor novas palavras por meio da fixa de descoberta.
linguística (ciência da linguagem) contribui para a formação do alfabetizador, por quanto oferece fundamentos necessários a compreensão do processo de aprendizagem e ensino da leitura e da escrita, e das estratégias para a aquisição dessas habilidades. A ideografia, ou seja, os desenhos foram simplificando-se esse e passou-se a atribuir a alguns deles um significado convencional: os caracteres afastavam-se das figuras e aproximavam-se do que se tornariam posteriormente as letras. O primeiro alfabeto moderno foi desenvolvido pelos gregos, que introduziram as vogais no anterior alfabeto semítico, que usava apenas as consoantes. Por sua vez, do alfabeto grego derivou o alfabeto romano, que é o vigente na escrita alfabética de hoje.
No nível pré-silábico de escrita, o aprendiz pensa que se escreve com desenhos rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, e que a palavra assim inscrita representa a coisa que se refere. O nível silábico faz-se com atividades de vinculação do discurso oral com o texto escrito, com o da palavra falada. O aprendiz descobre que a palavra escrita representa a palavra falada e, por vezes, pensa que basta uma letra para se puder pronunciar uma sílaba oral. Crianças e adultos parecem passar pelas fases pré-silábica e silábica, atingindo finalmente a fase alfabética. Aqui o aprendiz analisa na palavra suas famílias, vogais consoantes. No nível alfabético, o aprendiz ver nas palavras as sílabas os fonemas combinados, desequilibra-se ao perceber que essa relação biunívoca letra/som, som/letra, onde a letra representa o som, não ocorre sempre. É o momento em que o educador intervém e mostra, para o domínio da escrita, o aluno precisa perceber que o som da fala não é representado sempre biunivocamente, mas que têm relações complexas.
Citações Principais do texto:
  “A rigor não se poderia falar em “método” Paulo Freire, pois se trata muito mais de uma teoria do conhecimento e uma filosofia da educação do que um método de ensino. Chama-se a esse método sistema, filosofia ou teoria do conhecimento”. (Moacir Gadotti, 1989: 32).
“A leitura do mundo precede leitura da palavra...” (Paulo Freire, 1989: 11).
“O diálogo se estabelece em torno de um desenho... é fundamental no processo de elaboração, de produção compartilhada do conhecimento”. E continua: “A escola... tem silenciado sua fala (do alfabetizando) na repetição em coro de sílabas, palavras e frases desarticuladas, descontextualizadas e, portanto sem sentido”. (Smolka, 1988: 39).
“A conscientização implica que o ultrapassemos a esfera espontânea atenção de apreensão da realidade para chegarmos à uma esfera crítica na qual a realidade se dá como objeto cognoscível e na qual o homem assume uma posição epistemológica”.(Paulo Freire, 1980:26).
“(...) compreender que o que a escrita representa são as variações da pauta sonora, e que é principalmente a essas variações que se vinculam as variações nas escritas efetivas”. (Weisz, 1988; 79).
“As técnicas de análise fonológica, aliadas a uma boa descrição fonética, permitem não só às professoras entenderem de fato o que acontece com os problemas da fala e escrita, como permitem ainda a elaboração de atividades que facilitem o processo de aprendizagem por parte dos alunos que passarão a receber uma explicação de como a aprendizagem por parte dos alunos que passarão a receber uma explicação de como a fala, a escrita, a leitura e a língua portuguesa funcionam”.(Cagliari,1989:93).
“Alfabetização gira em torno de três aspectos importantes da linguagem: a fala, a escrita e a leitura. Analisando esses três pontos, tem-se uma compreensão melhor de como são as cartilhas ou qualquer outro método de alfabetização”. (Cagliari, 1999:82).
“Educação é, por definição, um processo dirigindo a objetivos. Só vamos educar os outros se quisermos que eles fiquem diferentes, pois educar é um processo de transformação das pessoas”. (Magda Soares, 2003 a: 17).
“Como eu, o analfabeto é capaz de sentir a caneta e dizer caneta. (...) A alfabetização é a criação ou a montagem da expressão  escrita da expressão oral .(..) Aí tem [o alfabetizando] um momento de sua tarefa criadora.(Paulo Freire, 1989:19).
“Ler é descobrir na grafia dos signos uma sequencia ordenada de sons. Insistimos no fato de que a leitura, durante todo o período do ensino elementar se faz em voz alta. “Fala-se a escrita”. Quer dizer que o aluno descobre a fala e ouve-a, mas não é mais fonte da mesma: fala partir de um texto. Graças a essa fala, compreende o escrito; a ajuda do oral é indispensável para que a grafia se revele”. (Genouvier e Peytard, 1974:20-21).
“(...) o processo de aquisição da língua escrita, ou seja, das habilidades básicas de leitura e de escrita (...) significa ensinar o código escrito correspondente ao código oral, habilitando o aluno a decifra-lo (leitura, descodificação) e a utiliza-lo... (escrita, codificação)”. (Abud, 1987:7).
“... Fui alfabetizado no chão de minha casa, á sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não de mundo maior dos meus pais. O chão foi o meu quadro negro, gravetos, o meu giz”. (Freire, 1989:15).
Conclusão:

Conclui que, o método sociolinguístico engloba o contexto social, cultural e econômico dos alfabetizando. Onde o educador, precisa compreender e repetir a variedade linguística de cada um, e a partir dessa realidade desenvolver atividades em sala de aula que possa trabalhar o cotidiano de cada aluno. Dando espaço ao alfabetizando, de compartilhar os seus conhecimentos adquirido dentro e fora da sala de aula.